<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Arquitetura Histórica</title>
	<atom:link href="http://arquiteturahistorica.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com</link>
	<description>Site sobre Arquitetura Histórica e suas respectivas cidades históricas com seus monumentais, bucólicos e simbólicos patrimônios da humanidade.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Nov 2011 22:12:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-br</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='arquiteturahistorica.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://0.gravatar.com/blavatar/aecd5141b1d22c637ed0354b40f2c999?s=96&#038;d=http%3A%2F%2Fs2.wp.com%2Fi%2Fbuttonw-com.png</url>
		<title>Arquitetura Histórica</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://arquiteturahistorica.wordpress.com/osd.xml" title="Arquitetura Histórica" />
	<atom:link rel='hub' href='http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Paço do Lumiar, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/12/27/paco-do-lumiar-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/12/27/paco-do-lumiar-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 22:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1398</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Paço do Lumiar no Maranhão Em 1625, o jesuíta Luís Figueira já possuía a légua de terra que lhe fora doada, no sítio Anindiba. Em virtude da Carta Régia de 11 de junho de 1761, o Governador Joaquim de Melo e Póvoas deslocou-se para aquela povoações, elevando-a à categoria de vila, com o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1398&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Paço do Lumiar no Maranhão</strong></p>
<p>Em 1625, o jesuíta Luís Figueira já possuía a légua de terra que lhe fora doada, no sítio Anindiba. Em virtude da Carta Régia de 11 de junho de 1761, o Governador Joaquim de Melo e Póvoas deslocou-se para aquela povoações, elevando-a à categoria de vila, com o nome de Paço do Lumiar, em razão de sua semelhança com localidade do mesmo nome existente em Portugal. Para promover o desenvolvimento da Vila, mandou para o núcleo famílias indígenas e numerosos homens brancos que viviam nas proximidades.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/pacodolumiar.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1399" title="PacodoLumiar" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/pacodolumiar.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: panoramio.com por <em>Alan Machado</em></p>
<p><strong>Formação Administrativa:</strong></p>
<p>Distrito criado com a denominação de Paço Lumiar, pela Resolução Régia de 18-06-1757.<br />
Elevado à categoria de vila com a denominação de Paço do Lumiar, pela Carta Régia nº 7, de 29-04-1835.<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.<br />
Pelo decreto estadual nº 47, de 27-02-1931, o município é extinto, sendo seu território anexado ao município de Capital Estadual (São Luís).<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o Paço de Lumiar figura com o distrito do município de São Luís.<br />
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.<br />
Pelo decreto-lei estadual nº 159, de 06-12-1938, o distrito foi extinto, sendo seu território anexado ao distito de São José de Ribamar, do mesmo município de São Luís.<br />
Pelo decreto-lei estadual nº 820, de 30-12-1943, o município de São José do Ribamar passou a denominar-se simplesmente Ribamar. Sob o mesmo decreto é elevado à categoria de município.<br />
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, Paço de Lumiar é uma localidade do município de Ribamar ex-São José do Ribamar.<br />
Elevado à categoria de município com a denominação de Paço de Lumiar, pela lei estadual nº 1890, de 07-12-1959, desmembrado de Ribamar. Sede no atual distrito de Paço de Lumiar ex-Vila do Paço. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-01-1961.<br />
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.<br />
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p>Fonte do Texto: ibge.gov.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1398/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1398&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/12/27/paco-do-lumiar-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/pacodolumiar.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">PacodoLumiar</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Loreto, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/12/26/loreto-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/12/26/loreto-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Dec 2010 15:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Loreto]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1393</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Loreto no Maranhão Loreto desmembrado da antiga província do sul do Maranhão, sediada em Pastos Bons, que ia do Vale do Tocantins, Vale do Parnaíba, o Vale de Balsas e do rio Neves e o Vale do Itapecuru. Por um registro importante sabe-se ter sido uma pedra angular nos anos de 1780. Só [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1393&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Loreto no Maranhão</strong></p>
<p>Loreto desmembrado da antiga província do sul do Maranhão, sediada em Pastos Bons, que ia do Vale do Tocantins, Vale do Parnaíba, o Vale de Balsas e do rio Neves e o Vale do Itapecuru. Por um registro importante sabe-se ter sido uma pedra angular nos anos de 1780. Só em 1873 é elevado a categoria de vila, 1938 aconteceu a emancipação do município que pelo decreto lei nº45 Loreto passa a cidade.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/loreto01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1394" title="Loreto01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/loreto01.jpg?w=300&#038;h=200" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>Foto: tj.ma.gov.br</p>
<p>Loreto nasceu sob a proteção de Maria, como haveria de viver por toda vida, já que surgiu de uma capela em honra a Mãe Santíssima, como o diz aquele registro considerado de grande importância.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/loreto02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1395" title="Loreto02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/loreto02.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: commons.wikimedia.org</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Formação Administrativa:</strong></p>
<p>Distrito criado com a denominação de Loreto, pela lei provincial nº 296, de 10-11-1851, subordinado ao município de Pastos Bons.</p>
<p>Elevado a categoria de vila com a denominação de Loreto, pela lei provincial nº 1038, de 24-07-1873, desmembrado de Pastos Bons.</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 3 distritos: Loreto, Canto e São Félix de Balsas. Não figurando o distrito de São Raimundo do Rio das Neves.</p>
<p>Assim permanecendo em divisão territorial datada de 31-XII-936 e 31-XII-1937.</p>
<p>Elevado à categoria de município com a denominação de Loreto, pela lei estadual nº 45, de 29-03-1938, desmembrado de Pastos Bons. Constituído de 3 distritos: Loreto, São Félix de Balsas e São Raimundo das Mangabeira.</p>
<p>No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 3 distritos: Loreto, São Félix de Balsas e São Raimundo das Mangabeiras.</p>
<p>Pelo decreto-lei estadual nº 820, de 30-12-1943, o distrito de São Raimundo das Mangabeiras é extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de Riachão.</p>
<p>Pela lei estadual nº 272, de 31-12-1948, é criado o distrito de Sambaíba e anexado ao município de Loreto.<br />
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: de 3 distritos: Loreto, Sambaíba e São Félix de Balsas.</p>
<p>Pela lei estadual nº 1013, de 31-10-1953, desmembra do município de Loreto o distrito de Sambaíba. Elevado à categoria de município.</p>
<p>Em divisão territorial datada 1-VII-1955, o município é constituído de 2 distritos: Loreto e São Félix de Balsas de Balsas.</p>
<p>Pela lei estadual nº 1852, de 09-11-1959, desmembra do município de Loreto o distrito de São Félix de Balsas. Elevado à categoria de município.</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.<br />
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte do Texto: citybrazil.com.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1393/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1393&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/12/26/loreto-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/loreto01.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Loreto01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/12/loreto02.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Loreto02</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Itapecuru Mirim, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/10/21/itapecuru-mirim-maranhao-brasil-2/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/10/21/itapecuru-mirim-maranhao-brasil-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 19:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Itapecuru Mirim]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1383</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Itapecuru Mirim no Maranhão A povoação teve início na margem direita do rio Itapecuru, em data anterior a 1768, ano em que os moradores da ribeira pediram, ao Rei de Portugal alvará de confirmação da vila, que ali fora fundada por ordem régia. Foto: panoramio.com por Vicente Queiroz A Corte Portuguesa determinou, então, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1383&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Itapecuru Mirim no Maranhão</strong></p>
<p>A povoação teve início na margem direita do rio Itapecuru, em data anterior a 1768, ano em que os moradores da ribeira pediram, ao Rei de Portugal alvará de confirmação da vila, que ali fora fundada por ordem régia.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1384" title="ItapecuruMirim01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim01.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: panoramio.com por <em>Vicente Queiroz</em></p>
<p>A Corte Portuguesa determinou, então, ao Governador da Província que, após serem ouvidas as autoridades competentes, Ihe fosse enviada a ordem de criação.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1385" title="ItapecuruMirim02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim02.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: panoramio.com por <em>Hugo Leo</em></p>
<p>Esta não foi encontrada, razão por que a situação perdurou até 1818, quando foi lida, na presença do clero, da nobreza e do povo, convocados para esse fim, a Provisão Régia de 27 de novembro de 1817, determinando a criação da Vila, desmembrada do Município de São Luís. Foi elevada à categoria de Cidade em 1870.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1386" title="ItapecuruMirim03" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim03.jpg?w=300&#038;h=159" alt="" width="300" height="159" /></a></p>
<p>Foto: panoramio.com por <em>Fábio Lunkes</em></p>
<p>O topônimo Itapecuru tem vários significados. Para alguns, quer dizer púcaro de pedra; para outros, pedra comprida ou larga em que se armam ciladas e, ainda, caminho de muita pedra.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1387" title="ItapecuruMirim04" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim04.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Foto: citybrazil.com.br</p>
<p><strong>Formação Administrativa</strong>:<br />
Distrito criado com a denominação de Itapucuru-Mirim, pela Provisão Régia de 25-09-1801, subordinado ao município de São Luís.</p>
<p>Elevado à categoria de vila com a denominação de Itapecuru-Mirim, pela Provisão Régia de 07-11-1817, alterado pela de 20-10-1818. Desmembrada de São Luís. Constituído do distrito sede. Não temos a data de instalação.</p>
<p>Pela resolução de 19-04-1833, desmembra do município de Itapecuru-Mirim o distrito de Vargem Grande. Elevado à categoria de vila.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1388" title="ItapecuruMirim05" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim05.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: citybrazil.com.br</p>
<p>Elevado à condição de cidade com a denominação Itapecuru-Mirim, pela lei provincial nº 919, de 21-07-1870.<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.</p>
<p>Pelo decreto nº 539, de 16-12-1933, adquiriu o extinto município de Vargem Grande.</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Itapecuru Mirim e Vargem Grande.</p>
<p>Em divisão territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído de distrito sede.<br />
Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, é criado o distrito de Cantanhede e anexado ao município de Itapecuru-Mirim.</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Itapecuru-Mirim o distrito de Contanheda. Elevado à categoria de município.</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim06.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1389" title="ItapecuruMirim06" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim06.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: citybrazil.com.br</p>
<p>Fonte do Texto: ibge.gov.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1383/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1383&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/10/21/itapecuru-mirim-maranhao-brasil-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim01.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">ItapecuruMirim01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim02.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">ItapecuruMirim02</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim03.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">ItapecuruMirim03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim04.jpg?w=225" medium="image">
			<media:title type="html">ItapecuruMirim04</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim05.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">ItapecuruMirim05</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/10/itapecurumirim06.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">ItapecuruMirim06</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Imperatriz, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/08/24/imperatriz-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/08/24/imperatriz-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 20:11:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Imperatriz]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1358</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Imperatriz no Maranhão 0 surgimento de Imperatriz começou a ser desenhado nos fins do Século XVI e início do século XVII, com a iniciativa dos bandeirantes, que, partindo de São Paulo, buscavam nos confins do Norte, a riqueza, o desconhecido e a aventura. foto: ibge.gov.br Enquanto os bandeirantes navegavam da nascente em busca [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1358&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Imperatriz no Maranhão</strong></p>
<p>0 surgimento de Imperatriz começou a ser desenhado nos fins do Século XVI e início do século XVII, com a iniciativa dos bandeirantes, que, partindo de São Paulo, buscavam nos confins do Norte, a riqueza, o desconhecido e a aventura.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1359" title="Imperatriz01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz01.jpg?w=288&#038;h=300" alt="" width="288" height="300" /></a></p>
<p>foto: ibge.gov.br</p>
<p>Enquanto os bandeirantes navegavam da nascente em busca da foz, paralelamente as entradas governamentais e/ou religiosas subiam o rio, tentando alcançar suas nascentes. Das entradas realizadas, a que mais nos interessa foi a que se realizou no ano de 1658 pelos jesuítas Padre Manoel Nunes e Padre Francisco Veloso, que teriam sido os primeiros a utilizar o sítio onde hoje está Imperatriz.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1360" title="Imperatriz02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz02.jpg?w=300&#038;h=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>foto: ibge.gov.br</p>
<p>A fundação de Imperatriz se deu em 16 de julho de 1852, três anos depois da partida da expedição que saiu do porto de Belém, em 26 de junho de 1849. Frei Manoel Procópio do Coração de Maria, capelão da expedição, foi o fundador da povoação, que recebeu inicialmente o nome oficial de Colônia Militar de Santa Tereza do Tocantins. Depois de quatro anos, em 27 de agosto de 1856, a lei n.º 398 criou a Vila de Imperatriz, nome dado em homenagem à imperatriz Tereza Cristina.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1361" title="Imperatriz03" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz03.jpg?w=298&#038;h=300" alt="" width="298" height="300" /></a></p>
<p>foto: ibge.gov.br</p>
<p>Com o tempo, sua denominação foi sendo simplificada pela população, havendo documentos anteriores à Abolição em que a vila é mencionada simplesmente como Imperatriz. Sua elevação à categoria de cidade é datada de 22 de abril de 1924, no governo Godofredo Viana (Lei n.º 1.179).</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1362" title="Imperatriz04" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz04.jpg?w=199&#038;h=300" alt="" width="199" height="300" /></a></p>
<p>foto: ibge.gov.br</p>
<p>Até o ano de 1958, quando foi iniciada a construção da rodovia Belém Brasília, o município de Imperatriz e sua sede permaneceram geográfica e politicamente distantes de São Luís, do que resultou um lento crescimento econômico e populacional. A partir de 1960, entretanto, Imperatriz experimentou acelerado surto de desenvolvimento e, já na década de 70, era considerada a cidade mais progressista do país, recebendo contingentes migratórios das mais diversas procedências.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1363" title="Imperatriz05" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz05.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Fernando Cunha</em></p>
<p>Hoje, por força de seu desempenho nos setores de agricultura, pecuária, extrativismo vegetal, comércio, indústria e serviços, Imperatriz ocupa a posição de segundo maior centro econômico, político, cultural e populacional do Estado e o principal da região que aglutina o sudoeste do Maranhão, norte do Tocantins e sul do Pará.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz06.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1364" title="Imperatriz06" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz06.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Fernando Cunha</em></p>
<p>A história e o desenvolvimento de Imperatriz deram-lhe diversos títulos, entre eles os de Princesa do Tocantins, Portal da Amazônia, Capital Brasileira da Energia e Metrópole da Integração Nacional.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz07.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1365" title="Imperatriz07" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz07.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Fernando Cunha</em></p>
<p>Fonte do texto: imperatriz.ma.gov.br</p>
<p><strong>Formação Administrativa:</strong></p>
<p>Elevado à categoria de vila com a denominação de Vila Nova da Imperatriz, pela lei provincial nº 398, de 27-08-1856, desmembrado do município de Chapada atual Grajaú. Sede no atual distrito de vila nova da Imperatriz. Constituído do distrito sede. Não temos datada de instalação.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz08.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1366" title="Imperatriz08" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz08.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Fernando Cunha</em></p>
<p>Pela lei provincial nº 524, de 09-07-1859, transfere a sede de vila Nova da Imperatriz para a povoação de Porto Franco.</p>
<p>Pela lei provincial nº 631, de 05-12-1862, transfere novamente a sede para vila Nova da Imperatriz.<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, vila aparece constituído de 4 distritos: Vila Imperatriz, Ariparituia, Pombal e Porto Franco.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz09.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1367" title="Imperatriz09" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz09.jpg?w=300&#038;h=203" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Albé Ambrogio</em></p>
<p>Elevado à condição de cidade com a denominação de imperatriz, pela lei estadual nº 1179, de 22-04-1924.</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído do distrito sede. Não figurando os distritos de 1911.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz10.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1368" title="Imperatriz10" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz10.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Evaldo Melo</em></p>
<p>Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.</p>
<p>Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, é criado o distrito de Montes Altos e anexado ao município de Imperatriz.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1369" title="Imperatriz11" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz11.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Lúcio Lobo</em></p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 2 distritos: Imperatriz e Montes Altos.</p>
<p>Pela lei estadual nº 1354, desmembra do município de Imperatriz o distrito de Montes Altos.<br />
Elevado à categoria de município.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz12.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1370" title="Imperatriz12" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz12.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Luiz Barbosa</em></p>
<p>Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 02-09-1957, representação nº 294, é extinto o município de Montes Altos, sendo seu território anexado ao município de Imperatriz.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz13.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1371" title="Imperatriz13" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz13.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Elvis Macedo</em></p>
<p>Pela lei estadual nº 1607, de 14-06-1958, desmembra do município de Imperatriz o distrito de Montes Altos. Elevado novamente à categoria de município.</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz14.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1372" title="Imperatriz14" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz14.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: imperanews.blogspot.com</p>
<p>Assim permanecendo em divisão terão territorial datada de 2005.</p>
<p>Alteração toponímica municipal:Vila Nova Imperatriz para Imperatriz alterado pela lei provincial nº 631, de 05-12-1862.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz15.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1373" title="Imperatriz15" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz15.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: wikimedia.org</p>
<p>Fonte do texto: citybrazil.com.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1358/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1358&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/08/24/imperatriz-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz01.jpg?w=288" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz02.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz02</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz03.jpg?w=298" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz04.jpg?w=199" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz04</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz05.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz05</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz06.jpg?w=225" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz06</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz07.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz07</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz08.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz08</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz09.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz09</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz10.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz10</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz11.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz11</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz12.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz12</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz13.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz13</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz14.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz14</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/imperatriz15.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Imperatriz15</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Icatu, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/08/11/icatu-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/08/11/icatu-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 23:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Icatu]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1349</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Icatu no Maranhão Em novembro de 1614, em lugar denominado Águas Boas, após a vitória dos portugueses sobre os franceses, foi realizada uma procissão em ação de graças a Nossa Senhora da Ajuda e iniciada a construção de sua Igreja. foto: panoramio.com por Leandro Reis Em 1688, fundou-se a Vila, posteriormente transferida para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1349&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Icatu no Maranhão</strong></p>
<p>Em novembro de 1614, em lugar denominado Águas Boas, após a vitória dos portugueses sobre os franceses, foi realizada uma procissão em ação de graças a Nossa Senhora da Ajuda e iniciada a construção de sua Igreja.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1350" title="Icatu01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu01.jpg?w=300&#038;h=219" alt="" width="300" height="219" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Leandro Reis</em></p>
<p>Em 1688, fundou-se a Vila, posteriormente transferida para outro local, na margem direita do rio Munim, de acordo com solicitação do Congresso aprovada pela Corte Portuguesa através da Provisão Régia de 1758.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1351" title="Icatu02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu02.jpg?w=224&#038;h=300" alt="" width="224" height="300" /></a></p>
<p>foto: ferias.tur.br</p>
<p>A Vila de Icatu, inicialmente, chamou-se Arraial de Santa Maria de Guaxenduba, denominação dada pelo seu fundador Jerônimo d&#8217; Albuquerque Maranhão. Adquiriu categoria de Cidade em 1924. Segundo Varnhagen, o topônimo Icatu ou Hycatu significa Pontes Boas. Já Ayres Casal a traduz por Águas Boas.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1352" title="Icatu03" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu03.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: wikimapia.org</p>
<p>Formação Administrativa:</p>
<p>Distrito criado com a denominação de Águas Boas, anteriormente a 1715.<br />
Elevado à categoria de vila com a denominação de Águas Boas, em janeiro de 1688. Com sede na antiga vila de Água Boas. Instalado em 1688.<br />
Entre os anos de 1757 e 1759, confirmada pela lei provincial nº 7, de 29-04-1835, transfere a sede da antiga vila de Águas Boas para Icatu.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1353" title="Icatu04" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu04.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: wikimapia.org</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, vila apareceu constituído de 3 distritos: Icatu, Axixá e Salgado.<br />
Elevado à condição de cidade com a denominação de Icatu, pela lei estadual nº 1179, de 22-04-1924.<br />
Pelo decreto estadual nº 75, de 22-04-1931, o município adquiriu o extinto município de Morros.<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Axixá e Morros. Não aparecendo o distrito de Salgado.<br />
Pelo decreto estadual nº 844, de 12-06-1935, desmembra do município de Icatu os distritos de Axixá e Morros. Elevados à categoria de município.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1354" title="Icatu05" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu05.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto; wikimapia.org</p>
<p>Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município aparece constituído de 3 distritos: Icatu, Itapera e Tatuaba.<br />
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Icatu e Itapera. Não aparecendo o distrito de Tatuaba.<br />
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Icatu e Itapera.<br />
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p>Fonte do texto: citybrazil.com.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1349/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1349&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/08/11/icatu-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu01.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Icatu01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu02.jpg?w=224" medium="image">
			<media:title type="html">Icatu02</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu03.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Icatu03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu04.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Icatu04</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/08/icatu05.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Icatu05</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Humberto de Campos, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/07/06/humberto-de-campos-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/07/06/humberto-de-campos-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 16:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto de Campos]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1342</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Humberto de Campos no Maranhão Em 1612, fazendo parte da expedição francesa que veio para colonizar o Maranhão, aportou em Upaon-Mirim (Ilha Pequena, hoje Santana) a caravela denominada &#8220;Santana&#8221;, enquanto aguardava o resultado das negociações levadas a efeito em Upaon-Açu-Ilha Grande, atualmente cidade de São Luís. Esse episódio não resultou, contudo, no devassamento [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1342&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Humberto de Campos no Maranhão</strong></p>
<p>Em 1612, fazendo parte da expedição francesa que veio para colonizar o Maranhão, aportou em Upaon-Mirim (Ilha Pequena, hoje Santana) a caravela denominada &#8220;Santana&#8221;, enquanto aguardava o resultado das negociações levadas a efeito em Upaon-Açu-Ilha Grande, atualmente cidade de São Luís. Esse episódio não resultou, contudo, no devassamento do território.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1343" title="HumbertodeCampos01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos01.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: panoramio.com por <em>Vicente A. Queiroz</em></p>
<p>Somente por volta de 1817, José Carlos Frazão, vindo do Mearim no propósito de fazer comércio com os Tapuios ou à procura de lugar apropriado para a lavoura, foi ter casualmente a uma aldeia de índios e conseguiu lograr a confiança do chefe. Ali fixou residência, por saber da existência de terrenos próximos, apropriados para plantação. local que os indígenas denominaram Miritiba, em virtude de grande quantidade de miri ou mirim existente. Apesar da região ser apenas um matagal cortado por extensos lençóis de areia, irrigava o .solo o rio Periá ou Preá &#8211; também apelido da tribo indígena. Com seus escravos construiu um prédio com dois pavimentos para sua moradia, que ficou conhecido como &#8220;Casa-Grande&#8221;. Foi aí que teve início a cidade de Humberto de Campos.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1344" title="HumbertodeCampos02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos02.jpg?w=300&#038;h=182" alt="" width="300" height="182" /></a></p>
<p>Foto: ibge.gov.br</p>
<p>Com o desenvolvimento do lugarejo, que ainda conservava o primitivo nome dado pelos indígenas. Frazão requereu e obteve, por carta de sesmaria datada de 12 de março de 1819 &#8220;duas léguas de serra de comprido e uma de largo para a parte do poente em qualquer das testadas ou fundos do sobredito Abre&#8221;&#8230;</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1345" title="HumbertodeCampos03" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos03.jpg?w=300&#038;h=223" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
<p>Foto: mundi.com.br</p>
<p>Em 8 de maio de 1835, por lei n.º 13, Miritiba foi elevada à categoria de distrito.<br />
Alguns anos depois. teve papel importante na história do Maranhão. Na guerra dos balaios. Em 1840, foi Miritiba tomada pelos rebeldes. em luta com as forças legais, sob o comando de Lima e Silva. Foi então atacada e ocupada pelos Imperiais Marinheiros.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1346" title="HumbertodeCampos04" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos04.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: flogao.com.br/babysom</p>
<p>Em Miritiba teve início a monarquia do negro Cosme, velho escravo que fugira para as matas circunvizinhas, formando uma corte de 2.000 negros foragidos. Tendo saqueado uma igreja, Cosme apossou-se das paramentas sacerdotais e com elas se apresentava num andor carregado por mulheres da sua raça . Em janeiro de 1841, se entregaram a Lima e Silva 700 rebeldes de Raimundo Gomes.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1347" title="HumbertodeCampos05" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos05.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Foto: flogao.com.br/babysom</p>
<p><strong>Formação Administrativa:</strong></p>
<p>Distrito criado com a denominação de Miritiba, de São José do Piriá, pela lei nº 13, de 08-05-1835, subordinado ao município de Icatu.</p>
<p>Elevado à categoria de vila com a denominação Miritiba de São José do Piriá, pela lei provincial nº 543, de 30-07-1859, desmembrado de Icatu. Sede na antiga vila de Miritiba de São José do Piriá. Constituído do distrito sede. Instalado em 03-05-1860.</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.<br />
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1933.</p>
<p>Pelo decreto estadual nº 743, de 13-12-1934, o município de Miritiba de São José do Piriá passou a denominar-se Humberto de Campos.</p>
<p>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município já denominado Humberto Campos é constituído do distrito sede.</p>
<p>Pelo decreto-lei estadual nº 159, de 06-12-1938, é criado o distrito de Primeira Cruz e anexado ao município de Humberto de Campos.</p>
<p>No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Humberto de Campos e Primeira Cruz.</p>
<p>Por ato das disposições constitucionais transitórias deste estado, promulgado a 28-07-1947, desmembra do município de Humberto de Campos.</p>
<p>Distrito de Primeira Cruz. Elevado à categoria de município.</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.</p>
<p>Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p>Alteração toponímica municipal<br />
Miritiba de São José do Piriá para Humberto Campos alterado, pela lei estadual nº 743, de 13-12-1934.</p>
<p>Fonte do Texto: ibge.gov.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1342/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1342&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/07/06/humberto-de-campos-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos01.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">HumbertodeCampos01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos02.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">HumbertodeCampos02</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos03.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">HumbertodeCampos03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos04.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">HumbertodeCampos04</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/07/humbertodecampos05.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">HumbertodeCampos05</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Guimarães, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/06/20/guimaraes-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/06/20/guimaraes-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 20 Jun 2010 16:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Guimarães]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1330</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Guimarães no Maranhão José Bruno de Barros, que parece ter sido dos primeiros habitantes da região, servindo-se da ajuda de silvícolas, montou em seus domínios olarias e fornos para o fabrico de farinha. foto: guimaraes.ma.gov.br Em 1755, alegando morar muito distante da freguesia &#8211; o que, alem de causar-lhe grande incômodo, &#8220;fazia muita [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1330&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cidade de Guimarães no Maranhão</strong></p>
<p>José Bruno de Barros, que parece ter sido dos primeiros habitantes da região, servindo-se da ajuda de silvícolas, montou em seus domínios olarias e fornos para o fabrico de farinha.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes07.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1337" title="Guimaraes07" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes07.jpg?w=300&#038;h=68" alt="" width="300" height="68" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.gov.br</em></p>
<p>Em 1755, alegando morar muito distante da freguesia &#8211; o que, alem de causar-lhe grande incômodo, &#8220;fazia muita falta à cultura de suas lavouras&#8221; -, requereu ao bispo diocesano, D. Antônio de São José, licença para levantar em sua fazenda uma capela dedicada a São José. Ao mesmo tempo assinou uma escritura em que especificava o patrimônio do templo a edificar-se: trinta vacas e meio quarto de légua.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes08.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1338" title="Guimaraes08" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes08.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: <em>tj.ma.gov.br</em></p>
<p>Doada à Coroa, no decurso de 1758, sua fazenda de Guarapiranga foi o ponto inicial do atual Município de Guimarães. Já no ano seguinte, era fundada a vila, sob a denominação de São José de Guimarães e logo incorporada à comarca de São Luís do Maranhão.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes06.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1336" title="Guimaraes06" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes06.jpg?w=300&#038;h=222" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.zip.net</em></p>
<p>Atraídos pela abundância de peixes, grande leva de estrangeiros, principalmente portugueses, chegou à nova povoação. Fundaram estabelecimentos agrícolas para o plantio de mandioca e cana-deaçúcar e iniciaram a fabricação de cal, usando crustáceos como matéria-prima.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes05.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1335" title="Guimaraes05" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes05.jpg?w=300&#038;h=192" alt="" width="300" height="192" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.zip.net</em></p>
<p>&#8220;Esta vila é uma das maiores do Estado e com tantos moradores que forma uma companhia de auxiliares de oitenta praças&#8221; &#8211; escreveu Joaquim de Melo e Póvoas ao governador em 1766. E Antônio Corrêa Furtado de Mendonça, procurador-geral dos índios, trinta anos depois asseverava: &#8220;A vila de Guimarães do Cumã desta capitania pode servir de exemplar que é a única vila de índios que se acha em grande adiantamento, na qual já se acham muitos índios com bens e possuidores de escravos.&#8221;</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1334" title="Guimaraes04" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes04.jpg?w=300&#038;h=226" alt="" width="300" height="226" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.zip.net</em></p>
<p>Somente em 1838, porém, é que se instalou a primeira escola, e em 1847, a Agência Postal.<br />
Segundo o quadro administrativo vigente em 31 de dezembro de 1955, Guimarães compõe-se de 3 distritos: Guimarães, Mirinzal e Muiraneu.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1333" title="Guimaraes03" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes03.jpg?w=300&#038;h=233" alt="" width="300" height="233" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.zip.net</em></p>
<p><strong>Prédios Históricos:</strong></p>
<p>Centro Cultural Gastão Dias Vieira:</p>
<p>Inaugurado em 1919, o Prédio (conhecido como Palácio das Lágrimas) foi sede da Prefeitura até o ano 2000, quando foi incendiado. Reconstruído em 2004, foi transformado em Centro Cultural.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1332" title="Guimaraes02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes02.jpg?w=300&#038;h=221" alt="" width="300" height="221" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.zip.net</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Igreja Matriz de São José:</p>
<p>A mais antiga construção da cidade e Símbolo da Religiosidade do Município.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1331" title="Guimaraes01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes01.jpg?w=300&#038;h=205" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<p>foto: <em>guimaraes.ma.zip.net</em></p>
<p><strong>Formação Administrativa:</strong></p>
<p>Distrito criado com a denominação de Guimarães, pela provisão de 23-03-1758.<br />
Elevado à categoria de município com a denominação de Guimarães, pela lei provincial nº 7, de 29-04-1835. Sede na Vila de Guimarães.<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a Vila é constituída do distrito sede.<br />
Elevado à condição de cidade com a denominação de Guimarães, pela lei estadual nº 885, de 26-02-1920.<br />
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.<br />
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.<br />
Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, são criado os distritos de Mirinzal e Mairaneu e anexado ao município de Guimarães.<br />
Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distrtitos: Guimarães, Mirinzal e Muiraneu.<br />
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.<br />
Pela lei estadual nº 2175, de 26-12-1961, desmembra do município de Guimarães o distrito de Mirinzal. Elevado à categoria de município.<br />
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 2 distritos: Guimarães e Muiraneu.<br />
Pela lei estadual nº 2378, de 09-06-1964, desmembra do município de Guimarães o distrito de Muiraneu.<br />
Elevado à categoria de município com a denominação de Cedral.<br />
Em divisão territorial datada de 1-I-1978, o município é constituído do distrito sede.<br />
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p>Fonte do Texto: citybrazil.com.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1330/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1330&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/06/20/guimaraes-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes07.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes07</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes08.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes08</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes06.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes06</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes05.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes05</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes04.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes04</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes03.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes02.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes02</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/guimaraes01.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Guimaraes01</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Coroatá, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/06/17/coroata-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/06/17/coroata-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 15:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Coroatá]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/?p=1305</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Coroatá no Maranhão Segundo a lenda, a primeira penetração do território se deu pelos colonizadores portugueses, seguidos por habitantes das proximidades. O povoamento teve como base os depósitos paióis espécie de pousos-de fazendeiros e viajantes, vindos especialmente do Mearim. foto: panoramio.com por Vicente A. Queiroz Com o progresso do povoado, chegaram novos imigrantes, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1305&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><strong>Cidade de Coroatá no Maranhão</strong></p>
<p>Segundo a lenda, a primeira penetração do território se deu pelos colonizadores portugueses, seguidos por habitantes das proximidades. O povoamento teve como base os depósitos paióis espécie de pousos-de fazendeiros e viajantes, vindos especialmente do Mearim.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1306" title="Coroata01" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata01.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Vicente A. Queiroz</em></p>
<p>Com o progresso do povoado, chegaram novos imigrantes, destacando-se os síriolibaneses que, desenvolvendo o comércio, contribuíram para a independência da localidade.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1307" title="Coroata02" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata02.jpg?w=300&#038;h=222" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Josué Freitas de Souza</em></p>
<p>O primitivo núcleo denominou-se Coroatá-Grande e localizava-se na margem do Igarapé Grande, afluente do rio Itapecuru, onde se encontra a atual zona suburbana. Mais tarde, os habitantes transferiram-se para a margem oposta do Igarapé, onde foi edificada a cidade.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1308" title="coroata03" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata03.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: panoramio.com por <em>Josué Freitas de Souza</em></p>
<p>A privilegiada localização, banhada pelo rio Itapecuru e a ligação ferroviária com Teresina e, em seguida, com São Luiz, foram fatores preponderantes para o desenvolvimento do município.<br />
O topônimo, de origem indígena, provém de uma planta conhecida por coroatá-açu.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata04.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1309" title="Coroata04" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata04.jpg?w=300&#038;h=202" alt="" width="300" height="202" /></a></p>
<p>foto: ibge.gov.br</p>
<p><strong>Formação Administrativa:</strong></p>
<p>Elevado à categoria de vila com a denominação de Coroatá, pela lei provincial nº 173, de 05-11-1843, desmembrado de Caxias. Sede na vila de Coroatá. Constituído do distrito sede. Instalado em 05-11-1843.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata051.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1323" title="Coroata05" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata051.jpg?w=300&#038;h=203" alt="" width="300" height="203" /></a></p>
<p>foto: ibge.gov.br</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 3 distritos: Coroatá, Pequi e Pirapemas.</p>
<p>Elevado à condição de cidade, pela lei estadual nº 924, de 08-04-1920.</p>
<p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 2 distritos: Coroatá e Pirapemas, sendo que o distrito de Pequi passou a ser zona do distrito sede de Coroatá.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata06.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1311" title="Coroata06" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata06.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: estacoesferroviarias.com.br</p>
<p>No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 2 distritos: Coroatá e Pirapemas.</p>
<p>Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, é criado o distrito de Peritoró e anexado ao município de Coroatá.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata07.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1312" title="Coroata07" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata07.jpg?w=300&#038;h=199" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>foto: estacoesferroviarias.com.br</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 3 distritos: Coroatá, Pirapemas e Peritoró.</p>
<p>Pela lei estadual nº 821, de 11-12-1952, desmembra do município de Coroatá o distrito de Pirapemas. Elevado à categoria de município.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata08.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1313" title="Coroata08" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata08.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>foto: poemasaflordapele.ning.com</p>
<p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 2 distritos: Coroatá e Peritoró.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata09.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1314" title="Coroata09" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata09.jpg?w=225&#038;h=300" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>foto: abiliopacheco.com.br</p>
<p>Pela lei estadual nº 6202, de 22-11-1994, desmembra do município de Coroatá o distrito de Peritoró. Elevado à categoria de município.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata10.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1315" title="coroata10" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata10.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: poemasaflordapele.ning.com</p>
<p>Em divisão territorial datada de 15-VII-1997, o município é constituído do distrito sede.</p>
<p>Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1316" title="Coroata11" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata11.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Fonte do Texto: citybrazil.com.br</p>
<p><strong>Estação Ferroviária:</strong></p>
<p>Histórico da Linha: A E. F. São Luiz-Teresina foi aberta em seu primeiro trecho em 1895, ligando Caxias a Cajazeiras (Flores). Em 1919 foi aberto outro trecho, São Luiz-Caximbos, prolongado em 1920 até Caxias.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata12.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1317" title="coroata12" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata12.jpg?w=300&#038;h=225" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>foto: poemasaflordapele.ning.com</p>
<p>Somente em 1938 os trilhos chegaram a Teresina, com a abertura da ponte sobre o rio Parnaíba. Trens de passageiros rodaram até o ano de 1991 pela linha. Cargueiros trafegam por ela até hoje.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata13.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1318" title="Coroata13" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata13.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" /></a></p>
<p>foto: coroatamaranhao.blogspot.com</p>
<p>A Estação: A estação de Coroatá foi inaugurada em 1920.</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata14.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1319" title="Coroata14" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata14.jpg?w=217&#038;h=300" alt="" width="217" height="300" /></a></p>
<p>foto: coroatamaranhao.blogspot.com</p>
<p>&#8220;Na primeira manhã depois daquela viagem de trem, o dia inteiro correndo em trilhos, Codó, Coroatá, Timbiras, Cantanhede, Rosário, tantas estações e paradas, quanto mundo novo ali dentro do trem, a cearensada fugindo da seca para as águas do Mearim, as fagulhas da maria-fumaça invadindo as janelas como se fossem mutucas tirando a paz do sono na viagem;</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata15.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1320" title="Coroata15" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata15.jpg?w=300&#038;h=238" alt="" width="300" height="238" /></a></p>
<p>foto: coroatamaranhao.blogspot.com</p>
<p>Na primeira manhã depois daquela viagem de trem, depois da noite insone na calçada alta do lado de fora da estação, antes que o primeiro bonde passasse, atravessei a rua e fui ao Dormitório Timbira, em frente, onde deixei por um dia a minha mala&#8221;</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata16.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1321" title="Coroata16" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata16.jpg?w=300&#038;h=223" alt="" width="300" height="223" /></a></p>
<p>foto: coroatamaranhao.blogspot.com</p>
<p>(Edson Vidigal, 19/05/2000). (Fontes: Tarcisio Vilarinho; Edson Vidigal, 2000; Enciclopédia dos Municípios Brasileiros, vol. XV, IBGE, 1959; Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Guias Levi, 1932-1980)</p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata17.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1322" title="Coroata17" src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata17.jpg?w=300&#038;h=216" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p>foto: coroatamaranhao.blogspot.com</p>
<p>Fonte do texto: estacoesferroviarias.com.br</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/1305/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=1305&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/06/17/coroata-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>25</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata01.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata02.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata02</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata03.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">coroata03</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata04.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata04</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata051.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata05</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata06.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata06</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata07.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata07</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata08.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata08</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata09.jpg?w=225" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata09</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata10.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">coroata10</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata11.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata11</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata12.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">coroata12</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata13.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata13</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata14.jpg?w=217" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata14</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata15.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata15</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata16.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata16</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/06/coroata17.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">Coroata17</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Codó, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/05/04/codo-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/05/04/codo-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 May 2010 05:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/05/04/codo-maranhao-brasil</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Codó no Maranhão De taipa e coberta de palha era a primeira construção, erguida à margem do rio Itapecuru para depósito de produtos agrícolas, oriundos do interior, destinados a São Luís e outras cidades maranhenses. Novas construções, para habitação e comércio, surgiram posteriormente, em conseqüência do incremento do tráfego fluvial, iniciado com barcos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=4&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight:bold;font-size:100%;"><br />Cidade de Codó no Maranhão</span>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">De taipa e coberta de palha era a primeira construção, erguida à margem do rio Itapecuru para depósito de produtos agrícolas, oriundos do interior, destinados a São Luís e outras cidades maranhenses. Novas construções, para habitação e comércio, surgiram posteriormente, em conseqüência do incremento do tráfego fluvial, iniciado com barcos acionados a vela e vara. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo01.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo01.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com<br /></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Somente em 1780 começou o desbravamento das florestas, com a expulsão dos índios (tribos dos Barbados e Guaranis ), e até 1790 recebeu o povoado levas de escravos, procedentes da África, que chegaram a constituir 57% da população. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo02.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo02.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Nos fins do século XIX, apareceram imigrantes sírios, dedicando-se ao comércio, enquanto portugueses e africanos trabalhavam principalmente na lavoura. Em 1892 foi instalada a primeira fábrica de tecidos e em 1920 atingiram Codó os trilhos da Estrada de Ferro São Luís-Teresina.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo03.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo03.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">O nome do Município, de origem indígena, significa, segundo uns, &#8220;codorna&#8221; ou &#8220;codorniz&#8221;, ave que povoava a região; segundo outros, &#8220;atoleiro&#8221;, &#8220;brejo&#8221; ou &#8220;lugar de charco&#8221;. Esta é a hipótese mais viável: ainda hoje Codó é alagado, na época das chuvas, pelo rio Itapecuru e seus afluentes.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo04.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo04.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;font-weight:bold;"><span style="font-size:100%;">Formação Administrativa:</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Distrito criado com a denominação de Urubu, pela lei provincial nº 13, de 08-05-1835.<br />Elevado à categoria de vila com a denominação de Urubu, pela Resolução Régia de 19-04-1833. Sede na vila de Urubu.<br />Pela lei provincial nº 68, de 21-07-1838, transfere a sede da povoação de Urubu para a de Codó.<br />Elevado à condição de cidade com a denominação de Codó, pela lei estadual nº 133, de 16-04-1896.<br />Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município aparece constituído de 2 distritos: Codó e Monte Alegre.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo05.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo05.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Pela lei estadual nº 921, de 05-04-1920, desmembra do município de Codó o distrito de Monte Alegre. Elevado à categoria de município.<br />Pelo decreto estadual nº 75, de 22-04-1931, e confirmado pelo decreto nº 539, de 16-12-1933, Codó adquiriu o extinto município de Monte Alegre.<br />Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constiuído de 2 distritos: Codó e Monte Alegre.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo06.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo06.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Pelo decreto nº 832, de 03-06-1935, desmembra do município de Codó o distrito de Monte Alegre. Elevado à categoria de município.<br />Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município é constituído do distrito sede.<br />Pelo decreto-lei estadual nº 820, de 30-12-1943, é criado o distrito de Dom Pedro e anexado ao município de Codó.<br />No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 2 distritos: Codó e Dom Pedro.<br />Pela lei estadual nº 269, de 31-12-1948, são criados os distritos de Codozinho e São Raimundo de Codó, e anexados ao município de Codó.<br />Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: Codó, Codozinho, Dom Pedro e São Raimundo.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo07.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo07.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Pela lei estadual nº 815, de 09-12-1952, desmembra do município de Codó o distrito de Dom Pedro. Elevado à categoria de município.<br />Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: Codó, Codozinho e São Raimundo de Codó.<br />Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo08.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo08.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: panoramio.com</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Codó é uma cidade que mistura bastantes religiões. Bita do Barão, um pai-de-santo conhecido na região, é prova disso. São diversos os terreiros, igrejas e templos espalhados pela cidade sob a guarda de duas padroeiras: santa Filomena e santa Rita, festejadas na mesma data, dez de agosto. Ainda nesse dia, Bita homenageia a rainha Iemanjá e outros orixás. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo09.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo09.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: ibge.gov.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">O Catolicismo também é bem difundido no local. Exemplo disto é a Igreja de São Sebastião, considerada um monumento histórico por ter sido benzida no mesmo dia em que a cidade foi elevada à categoria de vila. Há também outras igrejas, que marcam a religiosidade dos codoenses, como a da Matriz, da nossa Senhora da Graça, a capela de Santa Filomena, entre outras. A crença de um modo geral é uma forte característica deste povo, independentemente da corrente religiosa. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo10.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo10.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: ibge.gov.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Fonte do texto: citybrazil.com.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;font-weight:bold;"><span style="font-size:100%;">História:</span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">O início do povoamento de Codó data do ano de 1780, sendo um dos seus primeiros exploradores o agricultor Luís José Rodrigues.<br /></span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo11.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo11.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">foto: ibge.gov.br</span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">Antigo armazém de mercadorias, situado às margens do rio Itapecuru, foram fatores importantes para o seu desenvolvimento as atividades agrícolas mantidas pelo rico senhores da aristocracia rural maranhense e por agricultores portugueses instalados na Colônia Petrópolis, numa iniciativa de Francisco Marques Rodrigues. Decisiva também para o seu crescimento foi a imigração de sírios e libaneses, a partir de 1887.</span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo12.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo12.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">foto: jornalistanilsonericeira.zip.net<br /></span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">O povoado de Codó foi elevado à categoria de vila por meio de Resolução Régia, assinada no dia 19 de abril de 1833. Através da Lei estadual n°13, sancionada pelo governador Alfredo de Cunha Martins, no dia 16 de abril de 1896, passou à condição de cidade.</span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo13.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo13.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">foto: cadastrodigital.com.br<br /></span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">Em 1892, construía-se a primeira indústria de Codó &#8211; Companhia Manufatureira e Agrícola, de propriedade de Emílio Lisboa. Um dos diretores da fábrica, genro do seu proprietário era o Sr. João Ribeiro, que em 1908 levava para Codó o Sr. Sebastião Archer da Silva que fora para trabalhar como escriturário e anos mais tarde se tornaria o proprietário da fábrica e uns dos principais políticos do estado do Maranhão.</span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo14.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo14.jpg?w=225" alt="" border="0" /></a></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">foto: consuus.wordpress.com<br /></span></p>
<p style="font-family:georgia;" class="western"><span style="font-size:85%;">Em 1900, Codó foi visitada pelo ilustre futuro presidente Afonso Pena. Chegou a bordo do vapor São Salvador, viajando com destino a Caxias, durante sua estada no Norte do Brasil.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo15.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo15.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">foto: estacoesferroviarias.com.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Fonte do texto: pt.wikipedia.org</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;font-weight:bold;"><span style="font-size:100%;">Estação Ferroviária:</span></p>
<p><span style="font-size:85%;"><br />Histórico da  Linha: A E. F. São Luiz-Teresina foi aberta em seu primeiro trecho em 1895, ligando Caxias a Cajazeiras (Flores).</p>
<p></span><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo16.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo16.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a><br /><span style="font-size:85%;"><br /></span><span style="font-size:85%;">foto: estacoesferroviarias.com.br</span><br /><span style="font-size:85%;"><br />Em 1919 foi aberto outro trecho, São Luiz-Caximbos, prolongado em 1920 até Caxias. Somente em 1938 os trilhos chegaram a Teresina, com a abertura da ponte sobre o rio Parnaíba. Trens de passageiros rodaram até o ano de 1991 pela linha. Cargueiros trafegam por ela até hoje. </span>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo17.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo17.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;">foto: estacoesferroviarias.com.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-family:Georgia, serif;font-size:85%;">Fonte do texto: estacoesferroviarias.com.br</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/4/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=4&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/05/04/codo-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>14</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo01.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo02.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo03.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo04.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo05.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo06.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo07.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo08.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo09.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo10.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo11.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo12.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo13.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo14.jpg?w=225" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo15.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo16.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/05/codo17.jpg?w=300" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Caxias, Maranhão &#8211; Brasil</title>
		<link>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/04/16/caxias-maranhao-brasil/</link>
		<comments>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/04/16/caxias-maranhao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 04:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Ferreira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetura Histórica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/04/16/caxias-maranhao-brasil</guid>
		<description><![CDATA[Cidade de Caxias no Maranhão Primitivamente era um agregado de índios timbiras e gamelas. Com a chegada dos colonizadores internaram-se nas montanhas e florestas, abandonando suas primeiras habitações. Foto: ibge.gov.br No século XVIII, estabelecendo-se nas aldeias abandonadas, os portugueses edificaram a Igreja Nossa Senhora da Conceição e deram à nova Povoação o nome de Aldeias [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=5&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:100%;"><span style="font-weight:bold;">Cidade de Caxias no Maranhão</span></span></span>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Primitivamente era um agregado de índios timbiras e gamelas. Com a chegada dos colonizadores internaram-se nas montanhas e florestas, abandonando suas primeiras habitações.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias01.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias01.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br<br /></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">No século XVIII, estabelecendo-se nas aldeias abandonadas, os portugueses edificaram a Igreja Nossa Senhora da Conceição e deram à nova Povoação o nome de Aldeias Altas, em contraposição talvez, às primeiras já estabelecidas no Baixo Itapecuru. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias02.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias02.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Nos primeiros documentos de que se tem notícia e que foram justamente aqueles remetidos pêlos missionários jesuítas para Roma e Lisboa, a localidade é mencionada com o nome de &#8220;Guanaré&#8221;. Com a construção, ainda no século XVIII , da Capela de São José apareceu também, por vezes, com o nome de São José das Aldeias Altas.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias03.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias03.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Em 1811 foram-lhe conferidos títulos e prerrogativa de Vila com a denominação de Caxias das Aldeias Altas, nome reduzido para Caxias, quando de sua elevação a Cidade em 1836.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias04.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias04.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Segundo alguns, o nome Caxias foi dado ao Município, em razão da existência em Portugal de uma freguesia com idêntica denominação, costume muito comum aos lusitanos da época. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias05.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias05.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Entretanto para o professor Basílio de Magalhães, a grafia correta do topônimo seria &#8220;Cachias&#8221; já que, segundo ele, provém de &#8220;Cachia&#8221;, nome dado à esponja, flor do arbusto chamado &#8220;corona christi&#8221;.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias06.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias06.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">O poeta Gonçalves Dias, nascido em Caxias, imortalizou o local, escrevendo a bela poesia &#8211; O Morro do Alecrim &#8211; resultando daí a nova denominação dada ao morro das Tabocas.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias07.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias07.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">O Município sofreu as conseqüências da Balaiada, revolta que abalou o Maranhão, no período de 1838 a 1840.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias08.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias08.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Na história da pacificação do Estado do Maranhão, teve importante papel o cabo-de-guerra Luís Alves de Lima e Silva. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias09.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias09.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Foi no legendário morro do Alecrim que o grande soldado recebeu do Imperador do Brasil a comunicação de que seria agraciado com um título honorífico e de que deveria escolher a designação que desejava. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias10.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias10.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: ibge.gov.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">O famoso militar escolheu, então, o título de Barão de Caxias, sendo depois elevado a Marquês e Duque de Caxias.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias11.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias11.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:bold;font-family:georgia;"><span style="font-size:100%;">Formação Administrativa:</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Distrito criado com a denominação de Caxias das Aldeias Altos anteriormente a 1735.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias12.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias12.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Elevado à categoria de vila com a denominação de Caxias das Aldeias Altas, por alvará d e31-10-1811.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias13.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias13.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Elevado à condição de cidade e sede do município com a denominação de Caxias, pela lei provincial nº 24, de 05-07-1836.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias14.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias14.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município se denomina Caxias é constituído do distrito sede.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias15.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias15.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias16.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias16.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído do distrito sede.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias17.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias17.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias18.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias18.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: panoramio.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;">Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias19.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias19.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><br /></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:bold;font-family:georgia;"><span style="font-size:100%;">Atrativos Culturais:</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;">Academia Caxiense de Letras</span> </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;">Ao visitar Caxias, não deixe de conhecer a Academia Caxiense de Letras e ter uma conversa agradável com muitos dos imortais que, com certeza, terão o maior prazer em compartilhar um pouco da história que encanta a todos que ali chegam. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias20.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias20.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;">Fundada em 15 de agosto de 1997, hoje, a Academia tem como seu presidente o imortal professor Jacques Medeiros. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias21.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias21.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;"><br /></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;">Centro de Cultura</span> </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;">Localizado à Praça do Pantheon, funciona desde 1976 &#8211; quando foi restaurado pelo gopverno federal, no prédio da antiga Companhia Textil Caxiense. Atualmente abriga a Secretaria Municipal de Educação, Secretaria de Cultura, SINE e CETCMA </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias22.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias22.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span><br /><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;"></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;"><br /></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;">Igrejas e Capelas</span> </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;">Algumas das igrejas são: a de São Benedito, Nossa Senhora de Nazaré, Igreja da Matriz, Catedral de Nossa Senhora dos Remédios, Nossa Senhora dos Pretos. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias23.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias23.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Todas no estilo Barroco e ricamente ornamentadas. Ostentam altares, imagens e pinturas sacras criadas pelos melhores artistas da época de suas construções.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias24.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias24.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:bold;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:bold;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Museus </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">A história da Guerra da Balaiada é retratada no museu de mesmo nome, no Morro do Alecrim. Nele, pode-se conhecer mais sobre esse movimento, por exemplo, através de armas usadas na época e instrumentos usados para tortura. Ao lado, ainda há ruínas do quartel usado no período. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias25.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias25.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: estacoesferroviarias.com.br</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Em frente, fica a Universidade Estadual do Maranhão, separados por uma belíssima praça. Desta praça, pode-se apreciar uma vista panorâmica da cidade, exaltada no amanhecer e pôr do sol. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias26.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias26.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: fabioremy.blogspot.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;"><br /></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;">Prédio da Prefeitura</span> </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Inaugurado em 1922 abrigava o antigo Mercado Central da cidade, o prédio conserva sua fachada original(que historiadores supõe que o projeto do prédio foi feito feito por Duque de Caxias, após a Guerra da Balaída, para servir de quartel) o local foi reformado, passando a ser a sede do Governo Municipal. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias27.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias27.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: fabioremy.blogspot.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;"><br /></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-weight:bold;">Ruínas da Balaída</span></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Caxias é uma das mais belas cidades do Maranhão, carinhosamente conhecida como &#8216;Princesinha do Sertão&#8217;<br />Caxias possui diversos pontos turísticos que valem a pena ser visitados: Balneário Veneza e Maria do Rosário(Tintor), Ruínas da Balaiada (Morro do Alecrim), igrejas e casarões seculares, dentre outros.  </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias28.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias28.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: comentandoosfatos.blogspot.com</span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Localizado no no Morro do Alecrim, foi antigo quartel de polícia, que abrigou as tropas do português José da Cunha Fidié e de Duque de Caxias. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias29.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias29.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: overmundo.com.br</span></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Fonte do Texto: Citybrazil.com.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Caxias foi uma cidade criada com muita batalha e luta. Uma cidade tradicional, palco de muitas batalhas, como a guerra da Balaiada, onde a liberdade era a bandeira maior. Mas nem tudo foi guerra em Caxias. A cidade foi imortalizada nos versos de um filho muito querido, o poeta Gonçalves Dias. Mergulhe na historia visitando a cidade de Caxias. </span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias30.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias30.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Foto: wikimedia.org<br /></span></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;">Fonte do Texto: caxiasmaranhao.com.br</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;"><span style="font-size:85%;"><br /></span> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:bold;font-family:georgia;"><span style="font-size:100%;">Coleção Fotos Antigas:</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-family:georgia;font-weight:bold;"><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias31.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias31.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias32.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias32.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias33.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias33.jpg?w=229" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias34.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias34.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias35.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias35.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias36.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias36.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias37.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias37.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias38.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias38.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias39.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias39.jpg?w=295" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias40.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias40.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias41.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias41.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias42.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias42.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias48.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias48.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias47.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias47.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias46.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias46.jpg?w=194" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias45.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias45.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias44.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias44.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias43.jpg"><img src="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias43.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a></p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-family:georgia;">Todas as Fotos da Coleção: caxiasmaranhao.com.br</span></span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/arquiteturahistorica.wordpress.com/5/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=arquiteturahistorica.wordpress.com&amp;blog=13628756&amp;post=5&amp;subd=arquiteturahistorica&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://arquiteturahistorica.wordpress.com/2010/04/16/caxias-maranhao-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>26</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/08eac524f4f9654e45debcadb0d4b5cb?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">arquiteturahistorica</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias01.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias02.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias03.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias04.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias05.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias06.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias07.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias08.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias09.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias10.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias11.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias12.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias13.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias14.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias15.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias16.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias17.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias18.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias19.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias20.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias21.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias22.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias23.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias24.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias25.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias26.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias27.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias28.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias29.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias30.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias31.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias32.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias33.jpg?w=229" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias34.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias35.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias36.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias37.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias38.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias39.jpg?w=295" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias40.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias41.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias42.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias48.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias47.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias46.jpg?w=194" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias45.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias44.jpg?w=300" medium="image" />

		<media:content url="http://arquiteturahistorica.files.wordpress.com/2010/04/caxias43.jpg?w=300" medium="image" />
	</item>
	</channel>
</rss>
